Competir é tudo. Tudo o que você NÃO deve fazer!

O que você acha – seja você empreendedor ou até mesmo executivo – de ocupar um lugar sustentável de altos resultados e onde o competidor não consiga alcançar você?

Os empreendedores (em sua carreira ou negócios) são ensinados a enfrentar o inimigo com coragem e a não baixarem a guarda.

Isso cria um cenário que chamaremos, figuradamente de “oceano vermelho”, que é o resultado das lutas sangrentas entre os concorrentes, quando um tenta roubar o share (ou seja, a fatia de mercado) e o lucro do outro.

Concordo que esta estratégia, por vezes, é necessária no mundo corporativo e que há casos em que, sem o tal do “sangue nos olhos”, o negócio não prospera. Porém, esta está longe de ser a única estratégia. Neste livro, os autores trazem para você uma ideia nova e revolucionária. Para eles, o importante é não competir.

Eles criam uma metáfora com dois mares, um vermelho e um azul, e sugerem que o empreendedor deva fugir do oceano vermelho da competição e passar a navegar sobre as águas, em oceanos azuis, com infinitas possibilidades pela frente.

Vou dar um exemplo que todos conhecem: a Starbucks. A princípio, a empresa apenas vendia grãos de café competindo com a indústria italiana fortíssima. Batalhavam, portanto em um oceano concorrencial vermelho. Então, Howard Schultz, ao assumir a empresa perguntou-se:

– Que tipo de experiência tem o meu consumidor com o café?

– Seria possível explorar novos nichos de mercado e atrair novos consumidores?

– Como criar mais valor tornando a jornada do consumidor algo memorável, inesquecível?

A resposta foi unir o café a um ambiente diferenciado, que trouxesse uma experiência de interação humana, atraente para o cliente e diferente de qualquer outro lugar.

Como isso se traduz na realidade geral dos negócios? Para nadar nas águas azuis, seu negócio (ou abordagem) tem que extrapolar um pouco os limites do que está se vendo no mercado. Isso é inovação! É criar novos mercados, novas necessidades, novas percepções de serviços e produtos. Trata-se de tomar algo já existente e aplicar-lhe melhorias e diferenciais até que se transforme em algo novo, com outro valor agregado. Isso pode ser feito dentro das empresas, na indústria e nas carreiras também.

Saia do cliente potencial e potencialize outros. Se você ficar preso à demanda existente, cairá rapidamente no oceano vermelho. Crie demanda. Fuja destes mares e potencialize outros agentes a se tornarem clientes.

Siga com estratégia e planejamento.

Como em qualquer negócio, é preciso seguir com o planejamento e estratégias cuidadosas. Há de se estar preparado para usar os recursos no momento certo e direcionar os outros agentes (no caso de uma empresa, seus funcionários) para um novo rumo sempre.

O que você procura?

Sobre João Francisco

O termo Impact Player nasceu do esporte, sendo associado a jogadores que fazem a diferença apenas por estarem em campo, capazes de elevar a confiança de um grupo com sua presença. 

Ou seja, um Impact Player é aquele que faz jogadas individuais incríveis, no entanto, seu principal valor está no papel estratégico que exerce sobre o seu ambiente, no momento em que sabe que o sucesso não é alcançado repentinamente.

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