O poder do Fracasso

Se o fracasso tem poder, claro que você quer saber como usufruir dele para conquistar sucesso.

Porque não foi assim que você aprendeu. 

A escola sempre fez você detestar erros e fracassos. Ensinou métodos e fórmulas inteiras a você para que andasse sempre por um caminho “seguro”. 

Pois é, mas se eu disser a você que a pesquisadora Sara Lewis, autora do Poder do Fracasso, choca frontalmente com essas nossas crença.

Ela estudou aquelas pessoas que pelo crescimento progressivo alcançaram sucesso nas mais variadas áreas. 

E percebeu que o caminho para se chegar a ser um profissional de excelência é repleto de tentativas frustradas, trilhas tortuosas e, às vezes, até os retrocessos são necessários.  

Nunca será uma linha reta a jornada para o sucesso.

E ela tem razão, veja: 

Diga-me uma coisa: na prática, quantas vezes você caiu até aprender a andar de bicicleta, afundou até conseguir nadar e falhou até dirigir um carro? 

Se observarmos a história de muitas pessoas de sucesso, nota-se que pelo desejo de superar seus erros é que muitos atletas, por exemplo, conseguem se manter invictos em seus recordes. 

Assim, na maioria das vezes você não conta com muita gente quando está numa experiência nova. 

O seu amigo mais próximo é sempre poder estar convicto (a) de que sairá mais forte a cada fracasso superado.  

É ele que indica a você o que precisa ser ajustado para alcançar o que você quer.

Ele se apresenta como um desafio para que você o supere e prossiga para um outro patamar ou nível de evolução. 

Quem já aprendeu a tocar um instrumento sabe que teve inúmeros pequenos fracassos até tocar a primeira música. 

E você não diz a uma pessoa que está aprendendo a tocar violão: 

 –  Olha, pense bem a respeito de onde irá pôr os dedos antes de dedilhar, porque só poderá tocar esse acorde apenas uma vez. 

Se errar tudo estará perdido!

Não é assim que se aprende, certo? E nem é assim que se ensina.

Bem, até aqui você teria toda a razão de me perguntar: 

Mas nesse seu video você faz uma apologia ao fracasso? 

E aqui então eu me refugio noutro livro para enriquecer mais o nosso tema, que é o Criatividade S.A. 

Eu já havia tangenciado esse tema no video que havia feito para você denominado “Os 3 pilares do sucesso Pixar”. 

Se você quiser reassisti-lo, reforçará ainda mais os nossos propósitos. 

Bem, veja o que afirma Andrew Stanton, diretor da Pixar.

Ele gosta de repetir as frases: 

“Para você desenvolver algo novo, procure falhar cedo e falhe rápido” e mais: “erre o mais rápido que você puder”. 

Forte isso para nós, que viemos de uma escola tradicional, não é?  

Então seguir normas faz parte de um mindset do passado. 

Stanton também afirma que:

“Na Pixar, nós ousamos contar histórias, mas não acertamos no primeiro passo”. Os filmes da Pixar inicialmente não são bons e nosso trabalho é fazer com que  –  passem de lixo para não lixo. 

E é assim que deve ser.

Todos os filmes que hoje consideramos brilhantes foram terríveis uma vez. 

É difícil para muitas pessoas entenderem isso”. 

Os erros, portanto, irão acontecer e eles não são ruins. 

Eles são uma consequência inevitável de se fazer algo novo e valioso em sua vida. 

Fracasso e superação não são coisas antagônicas

Eles fazem parte do caminho para o mesmo fim, que é o sucesso.

Evidente que há pessoas de mindset fixo que evitam ter de enfrentar mudanças, repetem por anos a fio o que deu certo, para não se submeterem a erros. 

E infelizmente, a carreira delas permanecerá como sempre foi. 

Onde não se permite desafios com novas oportunidades, não há fracassos e portanto, o sucesso não encontra espaço para aportar. 

Steve Jobs, acionista da Pixar, também possuia essa mentalidade. 

Certa vez, ligou para Catmul, CEO da Pixar. 

Queria saber como estava o progresso de um dos filmes. 

– “Está realmente estranho”, respondeu Catmul. “Não tivemos um só grande problema nesse filme”.

Muitos acionistas teriam ficado felizes com a resposta de Catmul, mas não Steve. 

“Tome cuidado”, respondeu ele. Se você não teve problemas, você está então num lugar perigoso”.

 Quis dizer: Preste a atenção, você pode estar repetindo a mesmice. 

Mas vamos agora pensar em você. 

Imagine que você deseje desenvolver uma nova tecnologia, criar um serviço diferenciado, algo novo.

E quando lança o primeiro protótipo ou se prepara para prestar um novo serviço a alguém, começam a aparecer erros, defeitos, problemas, bugs.  

E aqui é que está o paradigma mental que precisa ser mudado: 

Será que deu errado mesmo ou você apenas superou uma primera fase da jornada e irá avançar desta versão para outra melhor?  

O fracasso é uma manifestação de aprendizado e exploração. 

Se você não o experimenta, então não fracassa, mas está cometendo um erro muito maior: 

Está sendo guiado pelo medo e assim não chegará a excelência ou a conquistar o que você mais quer.  

Podemos comparar esta experiência com o aprender a andar de bicicleta. 

Será que as quedas são fracassos definitivos ou aprendizagens do que não fazer? 

Ao defender as quedas, neste caso, não quero dizer que você deva se submeter a todos os riscos à sua integridade física. 

Consiga a bicicleta mais baixa que puder, vista capacete, cotoveleiras para não ter medo de cair e vá em frente. 

Este é apenas um exemplo, uma metáfora!

Agora pense no seu sonho! 

Você deve adaptar ao seu caso particular,  para tudo aquilo que você quer realizar. 

E é onde mais insiste Andrew da Pixar, que diz: 

– “Se você quer mesmo conquistar o seu sonho, avance. Erre o mais rápido para alcançar aprendizados progressivos”. 

Voltando a Sarah Lewis, ela afirma que a sua determinação é a forma de transformar fracassos em vitórias.

Não se trata de procurar o fracasso, mas superá-lo na medida em que surge para ter sucesso ou chegar a excelência no que você faz. 

Bem, se como diz Sara,

“sucesso é avançar de fracasso em fracasso sem perder o entusiasmo”,

no que perseverar e o que abandonar definitivamente? 

E como encarar as críticas das pessoas?

Repare nessa oração feita por Michelangelo: 

Ele diz: 

– “Deus, conceda-me a graça de sempre desejar mais do que posso alcançar”.

Percebeu que revela o espírito incansável daqueles que buscam o sucesso?

Repare neste outro exemplo:

A escritora J.K. Rowling, perdeu sua mãe e divorciou-se enquanto escrevia Harry Potter.

 Desempregada e cuidando de uma filha escrevia os manuscritos em casa e em Pubs em Londres.

Esse sofrimento foi inspiração para que criasse personagens como, DEMENTADORES, que são criaturas das trevas que sugam a alegria das pessoas. 

Bem, se isso não bastasse, 12 editoras se recusaram sequer ler a sua obra. 

Foi aconselhada a desistir porque seria impossível ganhar dinheiro com a venda dos livros. 

Finalmente uma pequena editora inglesa manifestou interesse em publicar. 

Posso parar por aqui.

Hoje só se conta sobre o sucesso de Harry Potter.

Vendeu mais de 500 milhões de cópias em mais de 50 idiomas e J.K. Rowling conquistou fortuna.  

Mas, ao contrário, Samuel Morse inventor do telégrafo, investiu muita energia e dinheiro durante anos para ser um grande pintor. 

Porém, o grande mérito de Morse foi perceber que para atingir a excelência, é essencial saber quando persistir e quando desistir. 

Abandonou a pintura para se dedicar com o mesmo afinco e a mesma visão sobre tentativa e erro ao seu outro projeto.

Teve sucesso com a invenção do telégrafo.

Mas você enfrentará outro tipo de provocação: as cíticas. 

As críticas podem servir de norte para você chegar a perfeição, mas as vezes pessoas negativas podem ofuscar o seu processo de desenvolvimento.

As vezes elas não percebem os benefícios da mudança que você quer implantar. 

Nestes casos, o melhor é ignorá-las e seguir seu plano, sua intuição ou determinação rumo ao seu objetivo.

Essa autoproteção, as vezes, pode ser vital sobretudo quando o seu ambiente é hostil composto de muitas pessoas críticas.

Mas atenção: você não deve manter o seu plano distante das pessoas durante muito tempo.

Isso porque o processo criativo e evolutivo depende de feedbacks sugestões para que seja efetivo. 

Saiba a hora de se submeter as críticas.

Estar disposto a mudar o que for necessário para ultrapassar os próprios fracassos é fundamental. 

Pergunte: o que posso melhorar?

É assim que você poderá reconhecer o momento de se render ou de reagir e seguir em frente. 

Confesso para você que é uma tarefa difícil, mas saber encontrar esse equilíbrio irá determinar seu sucesso ou evitar as grandes perdas.  

É importante também saber influenciar as pessoas para engajá-las ao que você deseja realizar. 

O profissional de sucesso é também um persuasor ético e influente. 

Então que tal ir exercitando a sua mentalidade de crescimento e ir desenvolvendo novas competências da Persuasão?

No curso “Persuasão e Influência”, eu ensino você a dominar os 6 mais poderosos princípios dessa poderosa competência dos novos profissionais. 

Isso levará você a posicionar-se de maneira mentalmente correta, centrada nas pessoas, para – numa relação ganha ganha – conquistar aquilo que mais você sonha realizar.

Você topa essa viagem?

O link para que você possa se inscrever está na descrição do vídeo, ok?

Vá em frente!

 

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Sobre João Francisco

O termo Impact Player nasceu do esporte, sendo associado a jogadores que fazem a diferença apenas por estarem em campo, capazes de elevar a confiança de um grupo com sua presença. 

Ou seja, um Impact Player é aquele que faz jogadas individuais incríveis, no entanto, seu principal valor está no papel estratégico que exerce sobre o seu ambiente, no momento em que sabe que o sucesso não é alcançado repentinamente.

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