Capacite e inspire seu time – O case da LEGO

Você já notou que quando alguém conta para você que começou a treinar um novo esporte ou inicia uma autotransformação em sua vida, transpira forte motivação que chega a contagiar você?

Pois é, mas há outro tipo de mudança que quando relatam elas adotam outro tipo de estado psicológico: é quando contam que sua empresa iniciou uma transformação.

Isso soa para elas, como: iihh, layoff !!!. Vão começar as demissões!

E elas, de certa forma, estão corretas. Isso porque nós, como líderes, continuarmos a tratar as transformações empresariais do mesmo jeito que sempre a fizemos.

Viví muito isso e posso garantir a você que não foram experiências simples. Mas, neste breve post  quero deixar uma orientação a você.

Estaremos sempre em transformação

Veja, estamos na era do always on, ou seja, não vamos mais poder parar de mudar.

Porém, o tempo vai passando, as empresas vão se acomodando e demoram muito tempo para incorporarem mudanças.

É claro que, quando sentem que estão defasadas, já se apresentam diante de uma “crise”, o que leva a certa ansiedade por mudanças rápidas.

Isso leva a uma abordagem  reativa, urgente, com interesse de curto prazo que é o de reduzir os custos e o tamanho da empresa.

É exatamente por isso que surgem as  desconfianças dos funcionários e as crenças arraigadas de que mudanças obrigatoriamente devem ser sinônimos de demissões.

Que hábitos você deve adotar para superar o mito?

Eu quero incentivar você a mudar esse quadro com 2 ações importantes:

A 1ª. é: agite sempre o status quo da sua empresa.  Capacite seu time, mas desafie-os sempre a encontrarem soluções novas para os problemas. 

Mantendo essa dinâmica, de pequenas transformações constantes, menos mudanças radicais você precisará impor a sua empresa.

Reúna toda segunda – feira o seu time e pergunte a cada um: “o que você realizou de mais importante na semana passada e o que você irá realizar nesta?”

É muito poderoso esse hábito semanal!

A 2ª. é: se mesmo assim, sua empresa ainda precisar de uma profunda transformação, construa antes de tudo, um senso de propósito.  Isso porque, você não conquistará seu publico apenas com argumentos  financeiros e operacionais. Eles são importantes, claro, mas não energizantes para o seu time.

Um case para o seu mindset

Quer um bom exemplo? Veja o caso da  Lego: ela passou por dificuldades. Teve que se transformar. Mas veja que sacada!

Eles poderiam revelar a intenção de expandir globalmente para aumentar as vendas. Mas a proposta foi muito mais criativa. Eles anunciaram:  “á partir de hoje, as peças de Lego serão acessíveis a milhões de crianças no mundo. O nosso objetivo é preparar os inovadores do amanha”.

Já sobre a inovação, a Lego ao invés de exigir que os funcionários adotassem uma postura mais criativa, eles foram além e anunciaram:

“nós precisamos fazer com que nossas peças de Lego inspirem as crianças para que elas aprendam brincando”.

É claro que foi uma grande transformação empresarial, mas realizada com profundo senso de propósito.

Quando da próxima vez, você tiver que reestruturar sua empresa, pense antes de tudo, em trazer com você as pessoas.

Vá em frente.

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Sobre João Francisco

O termo Impact Player nasceu do esporte, sendo associado a jogadores que fazem a diferença apenas por estarem em campo, capazes de elevar a confiança de um grupo com sua presença. 

Ou seja, um Impact Player é aquele que faz jogadas individuais incríveis, no entanto, seu principal valor está no papel estratégico que exerce sobre o seu ambiente, no momento em que sabe que o sucesso não é alcançado repentinamente.

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